Mostrando postagens com marcador ProgramaMundo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ProgramaMundo. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de maio de 2012

Flash... Dá pra "matar" algo assim? :(

Trabalho com Flash há mais de 10 anos e ainda hoje me surpreendo com a liberdade dada aos desenvolvedores e designers. O bio-bak é um exemplo disso!

http://www.bio-bak.nl/

Utilizem o SCROLL do mouse e arrastem a imagem de fundo. Há diversos pontos de interação e como ele cita... "ligue o som".

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O Boom do WEBGL no HTML5

Que o HTML5 é poderoso todos sabem, agora multiplica-se muito esse poder com o WEBGL, uma plataforma royalty-free executável em HTML5, desenvolvida pela Khronos Group, já famosa em difundir o OpenGL na rede.



Ao acessar o site da Google, o Chrome Experiments, percebe-se que em categorias o WEBGL domina de longe em quantidade e qualidade dos experimentos divulgados.

Eu realmente já acessei todos o experimentos, mas os que mais me impressionaram, relaciono abaixo:

http://www.biodigitalhuman.com/default.html
http://madebyevan.com/webgl-water/
http://mrdoob.com/projects/chromeexperiments/depth_of_field/
http://stickmanventures.com/labs/demo/webgl-threejs-morph-target/

fora uma centena de outros + os clipes que publicamos aqui!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Devorando e experimentando o Flash??? Google Code!



Essencial para se apaixonar ainda mais pela ferramenta o GOOGLE PROJECT HOSTING, ou Google Code como muitos conhecem, ao se aplicar em sua pesquisa a "label:Flash", listará uma ENORME biblioteca de projetos, sendo muitos Open Source, com toda documentação e auxílio das comunidades.


ACESSE AQUI! (label:Flash)




sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Flash x AIR >>> HARDWARE


Anda estudando Flash/AIR e precisa interagir com o hardware do seu dispositivo Android, segue um link oficial interessante...

Flash Capabilities

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

AIR = Asas para os Flashers



O nome escolhido não poderia ter sido melhor... AIR


Tanto para os fãs de carteirinha do Flash quanto para os que criticam e, mesmo sabendo, não admitem o grande potencial da plataforma Flash devem ficar antenados nas "asas" que o AIR nos dá.


As aplicações antes limitadas à publicação em sites, totens, vitrines interativas, cd-roms e robôs(no caso da Mediateam ;) (www.robototem.com.br) agora ganharão o mundo em aplicações desktop, smartphones, tablets(iOS e Android) e até TV.. isso mesmo, TV!


Para quem não conhece os recursos do AIR para cada plataforma, acesse a tabela AIR - Capabilities of different profiles e comece a imaginar o que vem por aí!



Para quem não conhece as diferenças do AS2 para AS3 Flash Player, veja o AQUI um exemplo do que é possível se criar!

AIR 3.0 - Acesso à Câmera Frontal (Secundária)



Para quem sofre com o problema do acesso a câmera secundária de um tablet/celular Android através do Adobe AIR, segue uma luz...


A adobe disponibilizou a versão Beta do AIR 3.0, que habilita o recurso de acesso a câmera secundária. 


Disponibilizei no 4shared o download do APK para testes... http://www.4shared.com/file/VrjcNACE/30_BETA_Runtime.html

Acompanhe a evolução no Fórum da Adobe e o lançamento da versão final AQUI

Apesar de perceber ganhos em performance e os recursos prometidos estarem presentes, ainda não foi lançada a versão definitiva e infelizmente percebi alguns bugs que me impedem de publicar minha aplicação, ou seja, não cante vitória antes do tempo, aguarde a versão final!

AS3 - Debugar é preciso!

Não há como comparar a eficiência de debug do AS3 com o AS2! Sem dúvida, se você está pensando em mudar, saiba que já está atrasado!

Quem está iniciando a migração do AS2 para o AS3 logo perceberá a diferença das mensagens de erro na janela de Output (saída) com relação ao AS2.

O que antes passava-se desapercebido para o AS2 como a simples declaração de uma variável, agora é um erro para o AS3, por se tratar de uma linguagem direcionada à objetos.

Para facilitar o processo de migração acesse este LINK para acessar a lista de AVISOS DO COMPILADOR em português. Vale a pena conferir ;)

Modo de Deputração
Outra dica é, ao compilar seu código, ao invés de CTRL + ENTER, tente CTRL + SHIFT + ENTER para ativar o modo de depuração!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Tipos de arquivo gerenciados pelo ASP.NET

Bem pessoal, hoje irei fazer uma postagem simples mas no entanto útil, visto que tenho notado que muitas pessoas se deparam com uma situação desconfortável quando não entendem o que é um determinado arquivo de algum projeto asp.net. Colocarei abaixo uma listagem dos arquivo que são gerenciados pelo ASP.NET e que são mapeados para o Aspnet_isapi.dll no IIS:

Tipo de arquivo Local Descrição

.asax

Raiz de aplicativo.

Normalmente um arquivo Global.asax que contém código que deriva da classe HttpApplication e representa o aplicativo.

.ascx

Raiz do aplicativo ou uma subpasta.

Um arquivo de controle de usuário da Web que define um controle de usuário personalizado, reutilizável.

.ashx

Raiz de aplicativo ou uma subpasta.

Um arquivo manipulador genérico que contém código que implementa a interface IHttpHandler para manipular todas as solicitações recebidas.

Para obter mais informações, consulte Introdução aos manipuladores HTTP.

.asmx

Raiz de aplicativo ou uma subpasta.

Um arquivo de XML Web Services que contém as classes e métodos que estarão disponíveis para outros aplicativos da Web por meio de SOAP.

Para obter mais informações, consulte XML Web Services Publishing and Deployment.

.aspx

Raiz de aplicativo ou uma subpasta.

Um arquivo de formulários da Web ASP.NET que pode conter controles da Web e lógica corporativa.

.axd

Raiz de aplicativo.

Um arquivo trace-viewer, normalmente Trace.axd.

Para obter mais informações, consulte Rastreamento no ASP.NET.

.browser

Subdiretório App_Browsers.

Um arquivo de definição de navegador usado para identificar os recursos ativados do navegador do cliente.

Para obter mais informações, consulte Controles de Servidor Web do ASP.NET e Recursos do Navegador.

.cd

Raiz de aplicativo ou uma subpasta.

Um arquivo de diagrama de classe.

.compile

subpasta Bin.

Um arquivo pré-compilado que aponta para o assembly apropriado. Tipos de arquivo executáveis (.aspx, .ascx,. master, arquivos de tema) são pré-compilados e colocados no subdiretório Bin.

Para obter mais informações, consulte Visão geral da Pré-compilação do Site da Web ASP.NET.

.config

Raiz de aplicativo ou uma subpasta.

Normalmente um arquivo de configuração Web.config que contém elementos XML cujas definições configuraram os vários recursos do ASP.NET.

.cs, .jsl, .vb

Subpasta App_Code, ou no caso de um arquivo de code-behind para uma página ASP.NET, no mesmo diretório que a página da Web.

Arquivo de código-fonte de classe que é compilada em tempo de execução. A classe pode ser um HTTP Module, um HTTP Handler, ou um arquivo de code-behind para uma página.

.csproj, .vbproj, vjsproj

Diretório de projeto Visual Studio.

Um arquivo de projeto de um aplicativo cliente Visual Studio.

.disco, .vsdisco

Subdiretório App_WebReferences.

Um arquivo de descoberta de XML Web Services usado para ajudar a localizar serviços da Web disponíveis.

.dsdgm, .dsprototype

Raiz de aplicativo ou uma subpasta.

Um arquivo de diagrama de serviço distribuído (DSD, distributed service diagram) que pode ser adicionado a qualquer solução do Visual Studio que forneça ou consuma serviços da Web para fazer engenharia reversa da arquitetura de interações do serviço da Web.

.dll

subpasta Bin.

Um arquivo de biblioteca de classes compilado. Como alternativa, você pode colocar o código-fonte das classes no subdiretório App_Code.

.licx, .webinfo

Raiz de aplicativo ou uma subpasta.

Um arquivo de licença. O licenciamento permite a autores de controles ajudar a proteger propriedade intelectual, verificando se um usuário está autorizado a utilizar o controle.

Para obter mais informações, consulte HOW TO: Componentes licença e controles.

.master

Raiz de aplicativo ou subdiretório.

Uma página mestre que define o layout para outras páginas da Web no aplicativo que fazem referência ao mestre.

.mdb, .ldb

Subdiretório App_Data.

Um arquivo de banco de dados Access.

.mdf

Subdiretório App_Data.

Arquivo de banco de dados SQL.

.msgx, .svc

Raiz de aplicativo ou uma subpasta.

Um arquivo do serviço Indigo Framework Messaging (MFx).

.rem

Raiz de aplicativo ou uma subpasta.

Um arquivo manipulador de remoting.

Para obter mais informações, consulte SOAP Message Modification Using SOAP Extensions.

.resources

Subdiretório App_GlobalResources ou App_LocalResources.

Um arquivo de recurso que contém strings que se referem a imagens, textos localizáveis, ou outros dados.

Para obter mais informações, consulte Resources in Applications ou Como: Criar Arquivos de Recursos para Sites da Web do ASP.NET.

.resx

Subdiretório App_GlobalResources ou App_LocalResources.

Um arquivo de recursos que contém strings que se referem a imagens, textos localizáveis, ou outros dados.

.sdm, .sdmDocument

Raiz de aplicativo ou uma subpasta.

Um arquivo de modelo de definição de sistema (SDM, system definition model).

Para obter mais informações, consulte Visão geral sobre o modelo de definição do sistema (SDM).

.sitemap

Raiz de aplicativo.

Um arquivo de mapa de site que contém a estrutura do site da Web. O ASP.NET vem com um provedor de mapa de site padrão que usa arquivos de mapa de site para facilmente exibir um controle de navegação em uma página da Web.

Para obter mais informações, consulte Navegação site ASP.NET.

.skin

Subdiretório App_Themes.

Um arquivo de skin usado para determinar formatação de exibição.

Para obter mais informações, consulte Temas e Aparências do ASP.NET.

.sln

Diretório de projeto do Visual Web Developer.

Um arquivo de solução para um projeto Visual Web Developer.

Para obter mais informações, consulte Projects and Solutions.

.soap

Raiz de aplicativo ou uma subpasta.

Um arquivo de extensão SOAP.

Para obter mais informações, consulte SOAP Message Modification Using SOAP Extensions.


Estou postando essas explicações sobre cada arquivo porém gostaria de dar o crédito ao

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Windows Azure - Parte 3 (Final)

Bem pessoal, tentarei nesse último post sobre o Windows Azure demonstrar como criar uma aplicação e o funcionamento de sua publicação na "Nuvem". Faremos um projeto ASP.NET simples e o colocaremos para rodar.

Precisamos instalar os componentes de desenvolvimento do Windows Azure na seguinte ordem:

- Windows Azure Software Development Kit (January 2009 CTP) - http://tinyurl.com/azsdk0109

- Microsoft .NET Services SDK (March 2009 CTP) - http://tinyurl.com/nssdk1208

- Windows Azure Tools for Microsoft Visual Studio January 2009 CTP - http://tinyurl.com/aztools0109

Para minha surpresa, me deparei com a restrição de ter que utilizar o Windows Vista ou Windows Server 2008, não sendo possível utilizar nem o Windows XP e nem o Windows 7 Beta, pois senão até conseguiremos desenvolver, mas apresenta problemas na hora de compilação e depuração.

Devido a uma aplicação chamada "Development Fabric", é possível realizarmos a depuração local, pois essa aplicação emula o Azure, no entanto para podermos publicar, precisamos ter uma conta no Azure. No endereço http://www.microsoft.com/azure/register.mspx, pode-se realizar o registro para obter uma chave de aplicação.

Primeira Etapa: Criar projeto ASP.NET com o Windows Azure

Abra o Visual Studio 2008 (detalhe importante é que tem que ser como administrador, exigência apenas desse CTP) e crie um novo projeto (Visual C# -> Cloud Service -> Web Cloud Service). Você irá notar que o Visual Studio 2008 cria uma solução com dois projetos, sendo um o projeto ASP.NET normal, apenas com uma mais uma referência ao assembly Microsoft.ServiceHosting.ServiceRuntime que faz parte do Windows Azure, chamado "NomeProjeto_WebRole". O outro projeto, é um que assume o papel de configurador da aplicação na nuvem, possuindo dois arquivos de configuraçao: "ServiceCOnfiguration.cscf" e o "ServiceDefinition.csdef".

Você irá notar que o projeto inicial é o projeto de configuração, essa forma esta correta, pois quem vai rodar nossa aplicação será o Development Fabric. Coloque na página default.aspx qualquer coisa que você queria (TextBox, label...). Você poderá rodar a aplicação normalmente e verá que o Development Fabric será inicializado.

Segunda Etapa: Instalando na nuvem

Clique com o botão direito sobre o projeto de configuração e selecione a opção "Publish...". A aplibação irá abrir tanto a pasta da publicação, quanto o browser para o portal do Azure. Após sua autenticação no portal, você deverá selecionar a opção "New Project". Irá aparecer 4 tipos de projetos, você deverá selecionar a opção "Hosted Services", visto que iremos hospedar um site, siga os próximos passos que serão bem intuitivos, após a finalização dessas etapas, sua aplicação estará criada na nuvem, porém não terá nenhum código.

Irá aparecer uma tela com dois cubos, cada um representando um estágio da aplicação: "Staging" representando a aplicação em homologação e "Production" representando a aplicação já em produção.


Primeiro devemos colocar a aplicação em staging e depois migrar para produção. Clique no botão Deploy de Staging e selecione os arquivos de package e configuração. O arquivo de package é um serviço com a extensão ".cspkg", esse arquivo contém todo o resultado da compilação e nada mais é do que um arquivo zip com outra extensão. Coloque ainda a informação de uma etiqueta (label) para esta publicação. Clique no botão Deploy para iniciar a publicação em ambiente de homologação, essa instalação irá demorar cerca de 2 minutos.

Ao final da intalaão a aplicação está disponível mas ainda não iniciada. Inicie-a clicando no botão Run. Após iniciada, a aplicação pode ser testada através de sua url de homologação. Para colocar a aplicação em produção, clique no botão promote (azul com duas flechas).

É interessante salientar que caso você queira fazer uma nova versão da aplicação, você pode colocá-la em Staging, que ficará uma aplicação em produção e outra em homologação, clicando novamente em promete na homologação e a aplicação de produção será sobrescrita.

Conclusão

Podemos notar que o processo de criação de uma aplicação na nuvem está bem simples e segundo pesquisas é uma grande tendência do mercado. Aconselho a todos que quiserem estar na frente, pesquisar mais sobre esse assunto que com certeza será um grande diferencial em sua carreira profissional.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Windows Azure - Parte 2

Recentemente, a Microsoft lançou o Windows Azure, que não é uma nova versão do Windows, nem uma substituta à versão 7, já anunciada pela empresa. Trata-se de uma nova plataforma que possibilitará aos desenvolvedores criarem sistemas totalmente virtualizados, sem a necessidade de grandes estruturas físicas para mantê-los.

Windows Azure é a camada básica para a Plataforma de Serviços Azure (Azure Services Platform). Essa Plataforma junta funcionalidades de desenvolvimento nas nuvens com armazenamento, serviços de infra-estrutura de redes e computação presentes na rede global de data centers da Microsoft.

Essa Plataforma possibilita a entrega de aplicativos nas nuvens ou no local em PCs, celulares e via Web. Ou seja, o cliente ou desenvolvedor pode criar programas que ficam na Internet, ficam no PC/Servidor local, ou até uma combinação dos dois. A Plataforma Azure trabalha com .Net e Visual Studio. Ao mesmo tempo, a Plataforma interopera com tecnologias e ferramentas de terceiros, sejam elas de código aberto ou comercial, através de protocolos como HTTP, REST, WS*, e Atom Pub.

Para nós, usuários finais, o Azure e a computação em nuvem representam uma revolução extremamente significativa, pois ao invés de nos preocuparmos tanto com a estabilidade do Windows devido à grande quantidade de programas instalados, poderemos nos dedicar mais a atividades realmente importantes. Ou seja, assim como no meio corporativo, teremos que nos preocupar menos com manutenção, o que deixará mais tempo livre para atividades mais importantes, ou até mais divertidas.

Os principais componentes da Plataforma de Serviços Azure são:

  • Windows Azure – hospedagem e gestão de aplicativos, armazenamento escalável, computação e rede nas nuvens;
  • Microsoft SQL Services – permite uma gama grande de serviços de banco de dados e relatórios;
  • Microsoft .NET Services – implementação de conceitos conhecidos do .NET Framework voltada à serviços; Workflow Foundation ganha, com o Azure, servidores todos dedicados a administração dele. Temos ainda o WCF e o ASP.NET. Uma simples aplicação ASP.NET pode ser hospedada no Azure através dos templates adequados para isso. O ASP.NET ganha, por exemplo, TableStoreMembershipProvider, TableStoreRolemanager, entre muitos providers novos justamente para que o ASP.NET fale com o SQL Server Data Services de forma transparente;
  • Live Services – permite uma forma consistente para usuários armazenar, compartilhar e sincronizar documentos, fotos, arquivos e informações através de PCs, celulares, aplicativos e Web sites; Entre outras coisas, o Live Services garantirá a autenticação no ambiente do Azure. Mas as novidades são muitas. Live Services atuando como OpenID e Federation Services entre um Windows Server 2008 interno e o Live Services da Microsoft são apenas algumas das novidades;
  • Microsoft Sharepoint e Dynamics CRM Services – voltado a cenários empresariais permitindo armazenamento de conteúdo, colaboração e rápido desenvolvimento de soluções nas nuvens.

Azure e a computação em nuvem acabarão com boa parte do seu trabalho braçal e precisarão de muito menos dinheiro para a concretização do seu projeto.


Bem pessoal, agora vocês conhecem o que é o Windows Azure e sobre seu funcionamento. Assim que possíbel tentarei postar sobre sua utilização.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Windows Azure - Parte 1

Nesse post pretendo tocar num assunto que vem sendo cada vez mais discutido no mundo da TI. Porém, devido ao vasto conteúdo e ser um assunto ainda não muito difundido entre as pessoas, irei estar dividindo esse assunto em duas postagens. Primeiramente irei estar falando melhor sobre os conceitos básicos da tecnologia do Windows Azure.

Cloud computing

Cloud computing é a expressão do momento em tecnologia. Nomes de peso como Amazon, AT&T, Dell, HP, IBM, Intel, Microsoft e Yahoo já anunciaram planos e investimentos na área e o Gartner acaba de liberar um relatório que aponta o cloud computing como uma das três mais importantes tendências emergentes nos próximo três a cinco anos.

Mas se há um consenso de que esta é a hora do cloud computing, não é possível dizer que haja uma idéia definida comum do que realmente é a chamada computação em nuvem. As opiniões são variadas e um bom exemplo de que o conceito ainda está nublado é o vídeo abaixo que mostra personalidades notórias como o visionário da web 2.0, Tim O'Reilly, o editor-chefe da CNet, Dan Farber, e o co-fundador do Wordpress, Matt Mullenweg, dando visões bastante distintas sobre o tema.



Juntando tudo, cloud computing pode ser definido como um modelo no qual a computação (processamento, armazenamento e softwares) está em algum lugar da rede e é acessada remotamente, via internet.

Pode parecer abstrato, mas alguns serviços que usamos no dia-a-dia ajudam a exemplificar o que significa este modelo. O e-mail é um deles. No modelo tradicional de computação, suas mensagens ficam salvas no software de e-mail, dentro do seu computador.

Em contrapartida, com os e-mails baseados em web (Hotmail, Gmail, Yahoo Mail...), você pode acessar sua conta com todas as suas mensagens - armazenada em um servidor alheio, a qualquer hora, de qualquer lugar, por meio da internet.

E não são apenas os softwares que podem ser acessados remotamente pela nuvem. Os recursos de hardware - como processamento e armazenamento também (hoje já é comum guardarmos arquivos, e-mails, fotos, vídeos em servidores de terceiros e acessá-los remotamente pela web).

Uma arquitetura em cloud é muito mais que apenas um conjunto (embora massivo) de computadores. Ele deve dispor de uma infra-estrutura de gerenciamento que inclua funções como provisionamento de recursos computacionais, balanceamento dinâmico do workload e monitoração do desempenho. Recentemente a IBM iniciou uma parceria com o Google para desenvolver em conjunto as aplicações em nuvem junto a alunos de algumas universidades americanas. Hoje, algumas empresas do mundo internet como o Google e a Amazon já oferecem seu imenso parque computacional para outras empresas. A IBM não está, com o Blue Cloud, entrando diretamente no negócio de oferecer nuvem de servidores para aluguel, mas sim em possibilitar que as empresas construam sua própria nuvem, seja para uso interno ou para ser comercializado externamente.

Bem pessoal, meu objetivo inicial nessa primeira postagem era lançar o tema inicial do cloud computing, no próximo post irei me focar no desenvolvimento com o Windows Azure.